A NOVA REVOLUÇÃO

Ao sancionar a Lei 13.429/2017, que regulamenta a prestação de serviços terceirizados no País, o presidente Michel Temer colocou o Brasil no caminho do futuro das relações trabalhistas, lado a lado com as nações mais avançadas do planeta, e dotou nosso País de mais uma ferramenta poderosa para enfrentar os desafios econômicos dos novos tempos.

Ao contrário do que dizem os críticos, a Terceirização significa liberdade para os trabalhadores, que podem encontrar uma vaga no mercado de trabalho sem abrir mão de seus direitos assegurados pela CLT. Liberdade para os empresários no seu sagrado direito de empreender e fazer escolhas, como exige o mundo moderno, que não se apega mais à ideia do emprego tradicional, conceito que se desmorona nas economias maduras em virtude dos avanços da tecnologia.

 Ninguém é obrigado a se terceirizar, pois é livre a opção de trabalhadores e das empresas contratantes por qualquer modalidade de trabalho, incluindo a Terceirização, já bem conhecida dos brasileiros. O que faltava era essa lei. Portanto, cai por terra aquele discurso dos opositores de que a Terceirização é um garrote para o mercado.

São poucos os que perceberam que a nova lei representa um enorme passo para a verdadeira reforma trabalhista que se vislumbra no horizonte.  Mais do que isso, é uma nova revolução no mercado de trabalho, que se alastra pelo mundo, como o foi a Revolução Industrial nos séculos XVIII e XIX.

A sociedade evolui, as relações do trabalho também, e as críticas tolas cairão no vazio, como recomenda a história da civilização.

No Brasil, aos poucos tudo vai se encaixar e entrar na normalidade. Não haverá, por certo, a explosão de Terceirização no País, como temem alguns. Será um processo gradual e com segurança jurídica, como ocorreu no resto do mundo.

E é assim, com inteligência, paz e trabalho que se desenvolve esta nova revolução trabalhista.



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